Tem dias que só ouvindo Legião...
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quinta-feira, 11 de agosto de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
"que seja doce..."
Pela pausa, que faz das entrelinhas do tempo um lugar bonito de se ver.
("Onde queres o "sim" e o "não", talvez. Onde vês eu não vislumbro razão...")*
Da leveza um surto, de querer de novo, e sempre, e mais
da delicadeza, um gesto apaixonado, destemido, aguerrido, bravo
da beleza, toda a força do mundo
e da certeza, um verso, que seja doce, peço.
*Caetano
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Salve Galeano!
"Não quero ser um intelectual... os intelectuais são aqueles que divorciam a cabeça do corpo..."
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
domingo, 10 de outubro de 2010
Te doy una canción
E no finalzinho do domingo, quase segunda, recebo um lindo presente. Da amiga, cantora, compositora, percussionista, artista da caminhada, etc infinitamente, Eliahne Brasileiro. Uma pérola de Silvio Rodriguez. Compartilho porque me arrepia e quero estender (direcionadamente) esse arrepio; por um ano tão difícil... por uma conjuntura tão perdida e pelo amor, que é sempre plural, mas permanece o mesmo, com a sua dinâmica de fazer doer e gozar. Aos amores... Amém (os)!
Te Doy Una Canción (Silvio Rodriguez)
Como gasto papeles recordándote. Como me haces hablar en el silencio. Como no te me quitas de las ganas. Aunque nadie me ve nunca contigo. Y como pasa el tiempo que de pronto son años. Sin pasar tú por mi, detenida. Te doy una canción si abro una puerta y de las sombras sales tú, te doy una canción de madrugada cuando mas quiero tu luz, te doy una canción cuando apareces el misterio del amor y si no no apareces no me importa yo te doy una canción. Si miro un poco afuera me detengo la ciudad se derrumba y yo cantando la gente que me odia y que me quiere no me va ha perdonar que me distraiga, creen que lo digo todo que me juego la vida porque no te conocen ni te sienten. Te doy una canción y hago un discurso sobre mi derecho ha hablar, te doy una canción con mis dos manos con las mismas de matar, te doy una canción y digo patria y sigo hablando para ti, te doy una canción como un disparo, como un libro una palabra, una guerrilla... como doy el amor.
"
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Toda surdez será castigada
Só pra constar que a música que segue abaixo é o que há de mais lindo...
e que eu ando meio surda também...
e que todo castigo pra minha surdez é insuficiente,
porque dela prescinde a poesia...
E da poesia em diante são apenas fatos...
- Antes a minha surdez (in)voluntária à certa amnésia sem razão.
Não ouço. Não lembra?
- - -
Toda Surdez Será Castigada
(Nação Zumbi)
Lalalala
Lalalalala
Faz tempo
Esse som vem zunindo bem longe
Além dos suspiros
Até nos ouvidos escutam
As conversas das torres
Já soltaram as bombas em alto volume
Mesmo assim nem fizeram nem sombra
Na zuada o silêncio gira
Vagueia e acaba matando a manhã
Lalalala
Lalalalala
Vou escutar sua música inteira
Venha dançar você até o fim
A sonora madrugada
Voada distante do amanhecer
Vem o meu grito vai dormir
Na falta surda que cala os olhos e a flor
Nas janelas soltas no espaço
E outras escutas caladas também
Pra quem perdeu o sono na velocidade do vento
Desarma e cala
Toda surdez será castigada
No meio da grande mata de dizer adeus
Vou escutar sua musica inteira
Venha dançar você até o fim
A sonora madrugada
Voada distante do amanhecer
Até você
Até você
e que eu ando meio surda também...
e que todo castigo pra minha surdez é insuficiente,
porque dela prescinde a poesia...
E da poesia em diante são apenas fatos...
- Antes a minha surdez (in)voluntária à certa amnésia sem razão.
Não ouço. Não lembra?
- - -
Toda Surdez Será Castigada
(Nação Zumbi)
Lalalala
Lalalalala
Faz tempo
Esse som vem zunindo bem longe
Além dos suspiros
Até nos ouvidos escutam
As conversas das torres
Já soltaram as bombas em alto volume
Mesmo assim nem fizeram nem sombra
Na zuada o silêncio gira
Vagueia e acaba matando a manhã
Lalalala
Lalalalala
Vou escutar sua música inteira
Venha dançar você até o fim
A sonora madrugada
Voada distante do amanhecer
Vem o meu grito vai dormir
Na falta surda que cala os olhos e a flor
Nas janelas soltas no espaço
E outras escutas caladas também
Pra quem perdeu o sono na velocidade do vento
Desarma e cala
Toda surdez será castigada
No meio da grande mata de dizer adeus
Vou escutar sua musica inteira
Venha dançar você até o fim
A sonora madrugada
Voada distante do amanhecer
Até você
Até você
segunda-feira, 5 de julho de 2010
domingo, 4 de julho de 2010
Gerânio
Compartilhando aqui um lindo presente recíproco.
Com seus devidos grifes... e abismais entrelinhas.
Linda letra! Lindo contexto, lindas sensações adiantes!
Música leve para um finalzinho de noite leve.
Leve-me
Gerânio
Ela que descobriu o mundo
E sabe vê-lo do ângulo mais bonito
Canta e melhora a vida, descobre sensações diferentes
Sente e vive intensamente
Aprende e continua aprendiz
Ensina muito e reboca os maiores amigos
Faz dança, cozinha, se balança na rede
E adormece em frente à bela vista
Despreocupa-se e pensa no essencial
Dorme e acorda
Conhece a Índia e o Japão e a dança haitiana
Fala inglês e canta em inglês
Escreve diários, pinta lâmpadas, troca pneus
E lava os cabelos com shampoos diferentes
Faz amor e anda de bicicleta dentro de casa
E corre quando quer
Cozinha tudo, costura, já fez boneco de pano
E brinco para a orelha, bolsa de couro, namora e é amiga
Tem computador e rede, rede para dois
Gosta de eletrodomésticos, toca piano e violão
Procura o amor e quer ser mãe, tem lençóis e tem irmãs
Vai ao teatro, mas prefere cinema
Sabe espantar o tédio
Cortar cabelo e nadar no mar
Tédio não passa nem por perto, é infinita, sensível, linda
Estou com saudades e penso tanto em você
Despreocupa-se e pensa no essencial
Dorme e acorda
Com seus devidos grifes... e abismais entrelinhas.
Linda letra! Lindo contexto, lindas sensações adiantes!
Música leve para um finalzinho de noite leve.
Leve-me
e eleve essa nossa leveza
ao levante do que se pode elevar...
leve.
Gerânio
Ela que descobriu o mundo
E sabe vê-lo do ângulo mais bonito
Canta e melhora a vida, descobre sensações diferentes
Sente e vive intensamente
Aprende e continua aprendiz
Ensina muito e reboca os maiores amigos
Faz dança, cozinha, se balança na rede
E adormece em frente à bela vista
Despreocupa-se e pensa no essencial
Dorme e acorda
Conhece a Índia e o Japão e a dança haitiana
Fala inglês e canta em inglês
Escreve diários, pinta lâmpadas, troca pneus
E lava os cabelos com shampoos diferentes
Faz amor e anda de bicicleta dentro de casa
E corre quando quer
Cozinha tudo, costura, já fez boneco de pano
E brinco para a orelha, bolsa de couro, namora e é amiga
Tem computador e rede, rede para dois
Gosta de eletrodomésticos, toca piano e violão
Procura o amor e quer ser mãe, tem lençóis e tem irmãs
Vai ao teatro, mas prefere cinema
Sabe espantar o tédio
Cortar cabelo e nadar no mar
Tédio não passa nem por perto, é infinita, sensível, linda
Estou com saudades e penso tanto em você
Despreocupa-se e pensa no essencial
Dorme e acorda
Marisa Monte
(Composição: Nando Reis, Marisa Monte, Jennifer Gomes)
sábado, 3 de julho de 2010
Vamos Cuidar do Planeta - CONFINT 2010
Muito lindo esse vídeo da Conferência Internacional Infanto-Juvenil – Vamos Cuidar do Planeta (CONFINT 2010).
Motiva, emociona e me faz pensar que (talvez) seja possível sonhar com um mundo melhor... mais justo, humano e ambientalmente saudável!
Ahô!
quarta-feira, 9 de junho de 2010
MARIA BETHANIA - JEITO ESTUPIDO DE TE AMAR
Linda! Linda! Linda!
Presente da Lidiane nessa tarde quente de quarta-feira ingrata! :)
Presente da Lidiane nessa tarde quente de quarta-feira ingrata! :)
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Depois de uma semana complexa e muito gostosa... segue uma linda música! "Até o fim", do Chico Buarque, na voz do Zeca Baleiro (homenagem ao lindo show que ele fez no festival das Juventudes em Fortaleza).
Acho que rola uma identificação... :)
Acho que rola uma identificação... :)
Até O Fim
Zeca Baleiro
Composição: Chico Buarque
Quando nasci
Veio um anjo safado
O chato dum Querubim
E decretou
Que eu tava predestinado
A ser errado assim
Já de saída
A minha estrada entortou
Mas vou até o fim...
"Inda" garoto
Deixei de ir à escola
Caçaram meu boletim
Não sou ladrão
Eu não sou bom de bola
Nem posso ouvir clarim
Um bom futuro
É o que jamais me esperou
Mas vou até o fim...
Eu bem que tenho
Ensaiado um progresso
Virei cantor de festim
Mamãe contou
Que eu faço um bruto sucesso
Em Quixeramobim
Não sei como
O Maracatu começou
Mas vou até o fim...
Por conta de umas questões
Paralelas
Quebraram meu bandolim
Não querem mais ouvir
As minhas mazelas
E a minha voz chinfrim
Criei barriga
Minha mula empacou
Mas vou até o fim...
Não tem cigarro
Acabou minha renda
Deu praga no meu capim
Minha mulher fugiu
Com o dono da venda
O que será de mim?
Eu já nem lembro
"Pronde" mesmo que vou
Mas vou até o fim...
Como já disse
Era um anjo safado
O chato dum Querubim
Que decretou
Que eu tava predestinado
A ser todo ruim
Já de saída
A minha estrada entortou
Mas vou até o fim...
"-Como já disse
Era um anjo safado
O chato dum Querubim
Que decretou
Que eu tava predestinado
A ser todo ruim
Todo ruim, todo ruim"
Mas Vou Até O Fim!
- - -
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Vamos cuidar de Angola, vamos cuidar do mundo!
Ciranda de voz, pela vez da luta ambiental em Angola! Agir e pensar local e global... "tamo junto". Awerê!
sexta-feira, 21 de maio de 2010
O mundo gosta da beleza fácil...
Musiquinha linda pra começar o fim de semana... amenizar a ansiedade-companheira...
borboletas estão apontando aqui por dentro... Sempre! :)
Beleza Fácil (Zélia Duncan)
O mundo é gentil com a beleza
Põe a mesa, arruma a sala
Exala compreensão
Tudo se faz possível
A beleza pode esconder
O mau, o sujo, o desprezível
E ainda assim só por ser belo
Faz parecer incrível
Que o mundo gosta da beleza fácil
Do que é superprático
Banalidade rara
Superfície clara
Do que se vê logo de cara
E nunca se enxerga.
borboletas estão apontando aqui por dentro... Sempre! :)
Beleza Fácil (Zélia Duncan)
O mundo é gentil com a beleza
Põe a mesa, arruma a sala
Exala compreensão
Tudo se faz possível
A beleza pode esconder
O mau, o sujo, o desprezível
E ainda assim só por ser belo
Faz parecer incrível
Que o mundo gosta da beleza fácil
Do que é superprático
Banalidade rara
Superfície clara
Do que se vê logo de cara
E nunca se enxerga.
domingo, 25 de abril de 2010
O noturno do Fagner e o solipsismo dos dias que se seguem...
Ouvi essa música hoje e viajei... fui longe. Lembrei de tantos momentos. Tô meio saudosista, e pra completar encontrei uma ex-colega de trabalho que não via há muito tempo... aí foi que uma certa nostalgia bateu. Engraçado isso, meio louca essa coisa das relações em trânsito que a gente vai tecendo e deixando para trás.
Essa música retrata também um pouco da ironia que é lembrar o passado, as pessoas, os lugares, as emoções e se vê na atualidade: certo solipsismo, “ensimesmamento”, reclusão...
Lá vai, Fagner pra gente pensar-sentir de "cunforça" nesse finalzinho de domingo:
Noturno
(Raimundo Fagner)
O aço dos meus olhos
E o fel das minhas palavras
Acalmaram meu silêncio
Mas deixaram suas marcas...
Se hoje sou deserto
É que eu não sabia
Que as flores com o tempo
Perdem a força
E a ventania
Vem mais forte...
Hoje só acredito
No pulsar das minhas veias
E aquela luz que havia
Em cada ponto de partida
Há muito me deixou
Há muito me deixou...
Ai, Coração alado
Desfolharei meus olhos
Nesse escuro véu
Não acredito mais
No fogo ingênuo, da paixão
São tantas ilusões
Perdidas na lembrança...
Nessa estrada
Só quem pode me seguir
Sou eu!
Sou eu! Sou eu!...
terça-feira, 30 de março de 2010
Esotérico
A música... grande mistério da vida!
Eleva a alma... afaga o coração... refugia as idéias intrincadas e fincadas no meu ser.
Mistério sempre há de pintar por aí...
ESOTÉRICO (Gilberto Gil)
Não adianta nem me abandonar
Porque mistério sempre há de pintar por aí
Pessoas até muito mais vão lhe amar
Até muito mais difíceis que eu prá você
Que eu, que dois, que dez, que dez milhões, todos iguais
Até que nem tanto esotérico assim
Se eu sou algo incompreensível, meu Deus é mais
Mistério sempre há de pintar por aí
Não adianta nem me abandonar (não adianta não)
Nem ficar tão apaixonada, que nada
Que não sabe nada
Que morre afogada por mim.
Eleva a alma... afaga o coração... refugia as idéias intrincadas e fincadas no meu ser.
Mistério sempre há de pintar por aí...
ESOTÉRICO (Gilberto Gil)
Não adianta nem me abandonar
Porque mistério sempre há de pintar por aí
Pessoas até muito mais vão lhe amar
Até muito mais difíceis que eu prá você
Que eu, que dois, que dez, que dez milhões, todos iguais
Até que nem tanto esotérico assim
Se eu sou algo incompreensível, meu Deus é mais
Mistério sempre há de pintar por aí
Não adianta nem me abandonar (não adianta não)
Nem ficar tão apaixonada, que nada
Que não sabe nada
Que morre afogada por mim.
terça-feira, 9 de março de 2010
Andrea Doria
Seguindo os conselhos da minha amiga Inaê (Semana Legião).
Essa música é foda... reflete muito de uma parte importante da minha vida. Nesse instante e em vários outros momentos. Enfim... Legião é Legião.
Andrea Doria
Legião Urbana
Composição: Dado Villa-Lobos / Renato Russo / Marcelo BonfáÀs vezes parecia
Que de tanto acreditar
Em tudo que achávamos
Tão certo...
Teríamos o mundo inteiro
E até um pouco mais
Faríamos floresta do deserto
E diamantes de pedaços
De vidro...
Mas percebo agora
Que o teu sorriso
Vem diferente
Quase parecendo te ferir...
Não queria te ver assim
Quero a tua força
Como era antes
O que tens é só teu
E de nada vale fugir
E não sentir mais nada...
Às vezes parecia
Que era só improvisar
E o mundo então seria
Um livro aberto...
Até chegar o dia
Em que tentamos ter demais
Vendendo fácil
O que não tinha preço...
Eu sei é tudo sem sentido
Quero ter alguém
Com quem conversar
Alguém que depois
Não use o que eu disse
Contra mim...
Nada mais vai me ferir
É que eu já me acostumei
Com a estrada errada
Que eu segui
E com a minha própria lei...
Tenho o que ficou
E tenho sorte até demais
Como sei que tens também...
Acordei mais "emo" do que nunca
Chega a ser engraçado essas nomenclaturas dos grupos sociais... o que é ser EMO?! De fato eu não saberia definir, mas acordei afim de ouvir essa música do Nando Reis. Através da informação de algumas pessoas queridas descobri que isso pode ser um sinal de que também tenho a minha porção EMO! Lá vai...
Pra Você Guardei o Amor
Nando Reis
Composição: Nando Reis
Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir
Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim vem visitar
Sorrir, vem colorir solar
Vem esquentar
E permitir
Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
Pra você guardei o amor
Que aprendi vendo meus pais
O amor que tive e recebi
E hoje posso dar livre e feliz
Céu cheiro e ar na cor que arco-íris
Risca ao levitar
Vou nascer de novo
Lápis, edifício, tevere, ponte
Desenhar no seu quadril
Meus lábios beijam signos feito sinos
Trilho a infância, terço o berço
Do seu lar
segunda-feira, 1 de março de 2010
Lenine é foda!
Na lua cheia então...
Martelo Bigorna
Lenine
Composição: LenineMuito do que eu faço
Não penso, me lanço sem compromisso.
Vou no meu compasso
Danço, não canso a ninguém cobiço.
Tudo o que eu te peço
É por tudo que fiz e sei que mereço
Posso, e te confesso.
Você não sabe da missa um terço
Tanto choro e pranto
A vida dando na cara
Não ofereço a face nem sorriso amarelo
Dentro do meu peito uma vontade bigorna
Um desejo martelo
Tanto desencanto
A vida não te perdoa
Tendo tudo contra e nada me transtorna
Dentro do meu peito um desejo martelo
Uma vontade bigorna
Vou certo
De estar no caminho
Desperto.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Qualquer coisa de sentir
Ouvir, pensar e sentir: sentidos!
Qualquer Coisa (Caetano Veloso)
Esse papo já tá qualquer coisa
Você já tá pra lá de Marraqueche
Mexe
Qualquer coisa dentro, doida
Já qualquer coisa doida
Dentro mexe
Não se avexe não
Baião de dois
Deixe de manha, 'xe de manha, pois
Sem essa aranha! Sem essa aranha!
Sem essa, aranha!
Nem a sanha arranha o carro
Nem o sarro aranha a Espanha
Meça: Tamanha!
Meça: Tamanha!
Esse papo seu já tá de manhã.
Berro pelo aterro
Pelo desterro
Berro por seu berro
Pelo seu erro
Quero que você ganhe
Que você me apanhe.
Sou o seu bezerro
Gritando mamãe.
Esse papo meu tá qualquer
coisa
E você tá pra lá de Teerã
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