domingo, 22 de junho de 2008

=> Medéia

...
Tome-se o mito
De antemão por palavras...
Faça-se a poesia
A tragédia
A comédia
A falácia...

Devolva-lhe a vida
Assistindo ao sol nascer
E observando a lua cheia por entre as nuvens da cidade...

Mãos entre dedos, som e sombra
Pernas entre esperas, ilegal

- Medeia na Grécia antiga
- Ocasos encontros locais.

Um comentário:

Wesley Alves disse...

Caído do horizonte, sem sol, não consigo enxergar na sua poesia àquilo que sempre ilumina. Devo está mais ignorante que de costume, não há outra hipótese. Se não compreendo mais a poetisa, isto se dá, porque avancei a fronteira da metade da vida e tudo que me resta é a outra banda decadente.
Bjo, amigo, fã, e meio tapado...