quarta-feira, 25 de junho de 2008

=> Ao poeta e amigo Wesley Alves*

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"Caído do horizonte, sem sol, não consigo enxergar na sua poesia àquilo que sempre ilumina. Devo está mais ignorante que de costume, não há outra hipótese. Se não compreendo mais a poetisa, isto se dá, porque avancei a fronteira da metade da vida e tudo que me resta é a outra banda decadente.

Bjo, amigo, fã, e meio tapado..."
(Wesley Alves)



Não! Caro amigo, poeta e homem livre...
Não é ignorância sua...
É que àquilo que sempre ilumina as minhas poesias ás vezes se esconde por debaixo de fatos.
E só os verdadeiramente sensíveis percebem.
Somente você perceberia.
Por isso misturei um pouco dessa confusão de sentimentos e fatos contingentes que me norteiam à poesia com o mito de Medéia...
Essa dicotomia inventada: Amor e Violência...
Para ilustrar, no escuro, um pouco do que tenho sentido e vivenciado.
Não está claro porque não tem feito muito sentido, pelo menos por enquanto...
É que a minha inspiração está pulsando para tomar novos rumos...
E Oxalá me leve também por caminhos novos!


*Em resposta ao comentário da poesia Medéia postada anteriormente

Um comentário:

Wesley Alves disse...

Faça-se a luz e a luz foi feita.

Obrigado poetisa!