terça-feira, 16 de setembro de 2008

=> Idílio da contemplação

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São teus olhos de criança que contemplo
São os olhos que me dizem o quanto hei de saber
São teus olhos... das pálpebras às pupilas
Que convidam minha tez a contemplar teu ser...
Pela admiração e pelos gestos
Tuas palavras me convidam a trafegar
Em novos rumos, outras palavras, outras estradas menos fugazes
E bem mais afáveis e reais...
É pela poesia que contemplo teu querer bem
A poesia que é a soma do meu tempo com o que sei e o que posso ver...
A poesia que só se pode ler com a ponta dos dedos descobertos
E que só se deixa encontrar ao pé do ouvido, de pés descalços e sob lençóis...


Ediane Soares



4 comentários:

Inaê disse...

poetisa a minha existência, poetisa...

Lipim disse...

A poesia que inspira...
Que propaga sentimentos que nos enche amor.
De desejos afáveis.
Do que é bom.
Lindo.
E linda.

Fernanda Rodrigues disse...

A sensibilidade e leveza do que foi escrito é algo doce de sentir...A leveza no olhar... A Certeza do sentir!!! Que lindo!
Os caminhos estão para nos mostrar onde vamos chegar. O trafego das palavras, dos gestos, das emoções são o sentido para vida!
Somos livres então como pássaros à busca de sensações... Sejamos então livres....
Então somos pássaros em busca do sentir... Bjão

Anônimo disse...

E ela sempre arrasa!
E eu quase que sinto essa poesia de toques... transcendental... metafísico... IDÍLICO!

abraço carinhoso poetisa linda!

Ass. Um sopro em movimento.