segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Poesia incontida

F

No riso do viço, da flor
Estancou meu amor peregrino
No início do vício, da cor
Abraçou minha tez desgarrada
E não nos resta mais nada
A não ser a desrazão, a desmedida
E perceber que não há nada na vida
Que não nos faça dançar
A poesia incontida.

Ediane Soares

4 comentários:

Amanda disse...

dançaremos ao som de "outras poesias"..sempre há freguesia;há violinos doces,outros mais salgados...mesmo q se esconda,nao há esconderijo terno!
a luz se faz presente,se auto-comunica!

bjao didica linda!

Fernanda Rodrigues disse...

A poesia incontida nos dá a vida!
Na certeza da dor que leva o amor e a vida...
A dor é vida.
O amor é incontido.
A poesia é a certeza.
A desrazão é o vício.
O vício que é peregrino.
Eu quero a desrazão, o peregrino, o vício, a poesia incontida, a dor, o amor.
Eu quero a VIDA!

Isabelle Azevedo disse...

Que lindo!

Andréa Beníccio disse...

Oiii Ediane, grande poetiza!!
Que honra seu recado!
Sobre o blog, está regularizado.
Obrigada :)
Um abraço carinhoso,
Déa

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..E essa poesia incontida,
em meu peito já não cabe,
guardada a 7 chaves a muito,
hoje a liberto,
os 7 cadeados abertos,
à solta dança
desmedida
e não mais soliária,
Te dou o mesmo amor,
em peregrinas formas
coloridas.
"