Eu me danei a pensar...
E me danei a gostar...
Filosofia do beijo; máximo do utópico imaginar...
Abismo entre o desejo de ficar, e ficar... e ficar...
Um breu contornado pela inquietude das mãos.
Ah! A necessidade de partir;
A claridade nos olhos do porvir.
Acreditemos que amanhã tem sol!
Olhar à lua cheia já é tentar o instinto!
E começando no que acaba,
revigoro-me em instantes:
- Eu, a criança que enxerga com os olhos limpos da novidade!
O doce dos lábios doces!
O frio do abraço latente, discente... distante...
A noite transmutando a vida simples
Numa aventura onde o maior segredo é arriscar
E o maior de muitos erros é ter certeza...
Doce beijo na noite; cheia lua dos lábios.
Ediane Soares
quarta-feira, 30 de maio de 2007
terça-feira, 29 de maio de 2007
Epitáfio e Novo Parto
Tropeço no meu calcanhar pra frente.
E esqueço o que me disseram sobre o que é sofrer.
Invento minha dor...
E agora espero que o meu carrasco escute meu conceito:
- A dor que arde no meu peito agora é mais que dor... é a dança clássica sem fundo musical... é a poesia vazia... é o simples acaso da paixão...
O que eu temia me rodeia, o vazio do nada!
Rodeia, por isso me incomoda. Porque não invade... não arregaça o meu exagero de sentido.
Preciso mais uma vez ter calma, ter alma... paciência pra fingir que entendi... paciência para libertar... paciência pra não se sentir impotente!
Hoje é o dia de chorar! Hoje é o momento de aprender, que somos passantes... e que a fantasia é só fantasia!
Que a gente mente pro mundo eu já sabia... mas o pior é que eu sempre sei o quanto tenho mentido pra mim...
O tempo todo... de fora pra dentro... construindo uma bomba atômica de sentimentos!
Mesmo assim... seria capaz de fugir com o teu circo...
Mesmo que fosse pra seguir a platéia.
Mesmo que fosse no pensamento...
Mesmo que depois eu não quisesse mais.
Estou matando “Deuses”...
Estou criando forças... estou congelando o que ainda é latente: a sina!
Estou amando intensamente o que estou me tornando, mas todo amor causa um pouco de dor, na proporção que se intensifica!
Hoje, amo a mulher que desejo ser... mas paralelo a isso tenho um ódio mascarado do pouco que ainda sou.
Olha pra mim... sou a promessa que nunca fiz a ninguém!
Sou a promessa de mim...
Estou tornando-me quem eu sou!
Estou sentindo muito, meu epitáfio e o meu novo parto!
E esqueço o que me disseram sobre o que é sofrer.
Invento minha dor...
E agora espero que o meu carrasco escute meu conceito:
- A dor que arde no meu peito agora é mais que dor... é a dança clássica sem fundo musical... é a poesia vazia... é o simples acaso da paixão...
O que eu temia me rodeia, o vazio do nada!
Rodeia, por isso me incomoda. Porque não invade... não arregaça o meu exagero de sentido.
Preciso mais uma vez ter calma, ter alma... paciência pra fingir que entendi... paciência para libertar... paciência pra não se sentir impotente!
Hoje é o dia de chorar! Hoje é o momento de aprender, que somos passantes... e que a fantasia é só fantasia!
Que a gente mente pro mundo eu já sabia... mas o pior é que eu sempre sei o quanto tenho mentido pra mim...
O tempo todo... de fora pra dentro... construindo uma bomba atômica de sentimentos!
Mesmo assim... seria capaz de fugir com o teu circo...
Mesmo que fosse pra seguir a platéia.
Mesmo que fosse no pensamento...
Mesmo que depois eu não quisesse mais.
Estou matando “Deuses”...
Estou criando forças... estou congelando o que ainda é latente: a sina!
Estou amando intensamente o que estou me tornando, mas todo amor causa um pouco de dor, na proporção que se intensifica!
Hoje, amo a mulher que desejo ser... mas paralelo a isso tenho um ódio mascarado do pouco que ainda sou.
Olha pra mim... sou a promessa que nunca fiz a ninguém!
Sou a promessa de mim...
Estou tornando-me quem eu sou!
Estou sentindo muito, meu epitáfio e o meu novo parto!
Ediane...
segunda-feira, 28 de maio de 2007
Promessa...
Retorno ao que era sempre que avanço,
Sou a metamorfose de minhas aspirações
O etérno retorno
O incontável medo
O indizível gesto
O inconformado silêncio...
E promessa que sou
Nunca me fiz à ninguém
Torno-me
Transformo-me
Engodo-me
Negligencio o que pensam de mim...
Receio decepcioná-los, mas eu não sou ainda...
Estou tornando-me ainda quem eu sou!
(Ediane Soares)
Sou a metamorfose de minhas aspirações
O etérno retorno
O incontável medo
O indizível gesto
O inconformado silêncio...
E promessa que sou
Nunca me fiz à ninguém
Torno-me
Transformo-me
Engodo-me
Negligencio o que pensam de mim...
Receio decepcioná-los, mas eu não sou ainda...
Estou tornando-me ainda quem eu sou!
(Ediane Soares)
Poetisa vivíssima!
...
Escrevendo chego mais perto do que poderia ter sido
É na poesia que encontro motivo pra acreditar
Que estou viva... sou poetisa!
Estou aqui...
aberta para refletir...
Ediane Soares
Escrevendo chego mais perto do que poderia ter sido
É na poesia que encontro motivo pra acreditar
Que estou viva... sou poetisa!
Estou aqui...
aberta para refletir...
Ediane Soares
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